Papa diz temerO papa Francisco afirmou temer a possibilidade de “um derramamento de sangue” na Venezuela e que a violência resultante da crise política que o país atravessa o “assusta”. “O que é que me assusta? Derramamento de sangue”, afirmou Francisco. “O problema da violência me assusta. O derramamento de sangue não resolve nada”, completou.

O papa, porém, evitou tomar partido de um dos lados da crise interna venezuelana para evitar possíveis problemas. “Se eu disser ‘ouça a esses países’ ou ‘ouça a aqueles países’, me colocaria numa posição que desconheço, seria uma imprudência pastoral e eu causaria problemas”, disse.

Na semana passada, o líder da oposição e presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, se declarou presidente encarregado do país, indo de encontro ao presidente eleito Nicolás Maduro. Maduro vem sendo pressionado pelos governos de países como Estados Unidos, Brasil e Israel.
Países europeus deram um ultimato de oito dias para que Maduro convoque novas eleições. Caso isso não ocorra, as potências europeias ameaçam reconhecer Guaidó como presidente interino do país.

Maduro, porém, tem resistido às pressões e acusa os estados Unidos de serem artífices de um golpe para tirá-lo do país. Rússia e China têm apoiado o governo de Maduro.

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