INSS da PBO mundo entrou em pânico nessa terça-feira (16) com os ciberataques que aconteceram em todo o mundo. Um grupo de hackers conseguiu burlar o sistema operacional do Windows, um dos mais populares do mundo, e com isso passaram a realizar uma espécie de sequestro de dados dos usuários, exigindo inclusive resgate para liberá-los. A Paraíba não escapou dos hackers. O Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) teve 43 computadores infectados na gerência do órgão, o que deixou os beneficiários preocupados com as consequências do ataque.

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De acordo com a assessoria de imprensa do INSS, os funcionários responsáveis pela informática estão fazendo um levantamento para ter a dimensão dos danos que o ataque causou. O setor de comunicação afirmou que todas as 43 máquinas infectadas estavam ligadas à gerência e, por isso, não houve prejuízo no atendimento à população. Todavia, nos computadores do setor executivo que foram atingidos é justamente onde estão armazenados os principais dados dos beneficiários, que por sua vez, ficam preocupados. “A gente fica preocupada, né? Nossa aposentadoria já é curta, e se houver algum dano pra gente é complicado. Um órgão federal como o INSS deveria ter mais segurança”, desabafou a servidora pública aposentada Valéria Meira.

Porém, o INSS afirmou que os aposentados e beneficiários não sofrerão nenhum dano e o setor responsável pelos reparos já está trabalhando para restabelecer as condições de operação e segurança dos servidores do órgão.

Atuação

Os hackers agem em ‘fishing’, que é uma ‘pescaria de dados’. Eles jogam o vírus em uma grande lista de emails, tornando o acesso aplicável a qualquer um que clicou nesse link. Depois de clicar no link, o usuário tem seu sistema invadido e pode ter arquivos e dados sequestrados.

Entenda o ataque

Os ataques registrados em cerca de 150 países foram provocados pelo vírus Ransomware. O ataque funciona como uma espécie de sequestro dos sistemas, inclusive com exigência de pagamento para a liberação. Uma vez instalado no computador, o vírus criptografa todos os arquivos e exibe uma tela dizendo o que o usuário precisa fazer para recuperar os dados. Entre os passos mostrados, está o pagamento de um valor equivalente a 300 dólares, que devem ser pagos em uma moeda virtual, chamada bitcoin, que depois é convertida em dinheiro real pelo invasor.

Correio da Paraíba

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