A Biblioteca Pública de São Joaquim da Barra, interior de São Paulo, está instalada na antiga estação ferroviária.
Trata-se da Biblioteca Dr. Carlos Rezende Enout, em um dos prédios históricos mais importantes da cidade.
“Meu livro é um fracasso de vendas”, crônicas de Fábio Mozart que ganhou o Prêmio José Lins do Rego na categoria, faz parte do acervo da Biblioteca de São Joaquim da Barra.
A presença de uma obra produzida por um autor nordestino amplia a representatividade do acervo, permitindo que leitores tenham contato com diferentes experiências, linguagens e visões de mundo presentes na literatura brasileira.
A circulação de livros entre diferentes regiões do país contribui para reduzir barreiras geográficas e culturais, promovendo o conhecimento mútuo entre o Nordeste e o Sudeste. Agradeço aos futuros leitores.
Bibliotecas públicas cumprem um papel importante ao reunir não apenas obras de grande circulação comercial, mas também produções independentes, regionais e de autores contemporâneos que enriquecem o patrimônio literário nacional.
Mesmo que o título faça referência, de forma bem-humorada e crítica, às dificuldades de comercialização (“Meu livro é um fracasso de vendas”), sua disponibilização em uma biblioteca pública permite que a obra alcance novos leitores, cumprindo uma função social que vai além do mercado editorial.
A expressão “no tempo que Dodô jogava no Andaraí” é uma referência nostálgica muito conhecida na cultura brasileira, especialmente na Bahia.
Ela é usada para falar de um tempo muito antigo, geralmente com um tom de saudade ou de humor, equivalente a dizer “nos velhos tempos” ou “naquela época”.
Dodô foi um dos criadores do trio elétrico, mas antes de se tornar músico, também era jogador de futebol.
Ele jogou pelo Esporte Clube Andaraí, um tradicional clube baiano, nas décadas de 1930 e 1940.
Com o passar dos anos, a frase “no tempo que Dodô jogava no Andaraí” passou a ser usada popularmente para indicar uma época distante, muitas vezes idealizada.
Assim como se diz em Entroncamento: “no tempo em que Fábio jogava no Mangueira Futebol e Cachaça”.
E as notícias ruins não param: seleção foi desclassificada, mas daqui a pouco o Flamengo volta a jogar.
Preparem o psicológico pra suportar a torcida inhaca de urubu.
“Caímos. Caímos jogando bem? Não. Mas caímos pra um grande adversário? Não. Pelo menos caímos de cabeça erguida? Também não.” – (Manchae no Bluesky)
Estados Unidos perderam de goleada, mas talvez a FIFA anuncie que o jogo foi anulado e vai ter que ser repetido porque os EUA jogaram com um jogador que foi expulso anteriormente.
O poder do “cabeça alaranjada” é grande.
Os EUA sendo eliminados pela Bélgica na Copa do Mundo, dois dias depois de comemorar seus 250 anos de independência, jogando em casa, não tem preço!
Foram 4 gols pra homenagear o 4 de julho.
Tal qual Jair Bolsonaro, os Estados Unidos roubaram e mesmo assim perderam.
Eu imaginava helicópteros da Marinha dos EUA se aproximam do estádio pra levar democracia ao jogo.
Estou aguardando há muito tempo a liberação da Unimed para fazer angioplastia.
Tião Lucena reclamou no seu blog sobre um problema igual relacionado a amigo seu. A Unimed resolveu o caso.
Se Tião ecoar meu caso, creio que desenrola o nó. Pagamos caro pra esses planos ficarem nos fazendo de otários.
Se bem que, no meu caso, é verdade. Nunca vi um cara tão otário quanto este locutor que vos fala.
Executivo da CBF viajou com duas raparigas para os Estados Unidos. Foram assistir a Copa do Mundo com tudo pago pelo cartão corporativo da Confederação Brasileira de Futebol.
“Cabra mais besta, levar quenga daqui quando poderia furunfar com as galegas de Trump, que têm orgasmos em inglês.” – (Tião Lucena)
Não perca: brevemente lançamento do livro “Baratas sem plano de voo nem GPS”.
Sou escritor, porém o mundo literário não sabe disso. Se eu fosse bom não estaria aqui, anunciando livro sobre baratas.
Encontraram um arsenal na casa de Bolsonaro. Várias pistolas e armas automáticas, além de um ferro de solda.
Casa Branca fabricou dossiê contra o árbitro brasileiro Raphael Claus, que expulsou um jogador da seleção americana.
Imagina o que esses escrotos não fazem quando a coisa é mais séria, como eleição presidencial no Brasil.
Brasil perdeu, o culpado foi Lula, garante Flávio Rachadinha.
Brasil perder e Argentina ganhar é sofrimento duplo.
Fui mais Egito do que o aedes egypt, mas não adiantou a torcida.
Bruno Guimarães já pode se orgulhar. Bate pênalti igual o Messi.
Minha seleção era a Colômbia. Essa amarelinha também decepcionou.
Flávio Rachadinha fazendo dancinha, rebolando a bundinha, lembra o velho ditado: “a diferença entre o político e a galinha é que o político cacareja, mas não bota o ovo.”
Na China, inventaram um limpador de latrina com a cara do Donald Trump. As vendas dispararam. Custa 10 reais.
Esses chineses são safadinhos!
Por eu ser um cordelista sem fins lucrativos, redijo folhetos para homenagear amigos. Às vezes nem cobro o custo de produção.
Nós pobres temos uma certeza que muito nos conforta: jamais iremos quebrar, perder a fortuna. Para atingir a insolvência, teria que ficar rico.
Meus tijolinhos para Sílvio Feitosa, o poeta do dia a dia.
VERSO DO DIA
A grande razão humana,
Que a todos aprazia,
Construída na oratória,
E na ação se esvazia,
Falta ao homem coerência,
Sobra na massa demência,
Na luta por um bom dia.
Sílvio Feitosa
Curta e inscreva-se no canal do DiárioPB no YouTube. Seu apoio fortalece o jornalismo independente! Clique aqui para acessar o canal