
Na quarta-feira passada (03) o poeta Thiago Alves, diretor da Sociedade Cultural Poeta Zé da Luz, participou do encerramento da Semana José Lins do Rego, em Pilar. Na foto, também Ivânia Miranda, Secretária de Turismo, e Evanio Teixeira, Secretário de Cultura do Município.
Evanio é o entrevistado de amanhã no programa Alô comunidade, na Rádio Tabajara, às 11 horas.
Meu amigo e amiga que são evangélicos: qual o argumento moral que justifique a morte de uma criança de 12 anos cujo corpo não aguentou a gravidez?
Bancada da Bíblia apoiou o projeto que impede aborto em crianças vítimas de estupro.
Estuprador não é pai, criança não é mãe.
A propósito, ontem, 4 de junho, marcado como o Dia Mundial Contra a Agressão Infantil.
Graças à inteligência artificial generativa, você agora pode publicar seu livro, ser jornalista, compositor, artista plástico e poeta.
Mas continuará sendo um desonesto intelectual.
Acabou o sonho de Flavinho Rachadinha sentar na cadeira de Lula. Daniel Vorcaro acaba de entregar Flávio Bolsonaro.
Por enquanto, o discurso de Flávio é 80% mentira e 20% malandragem.
Confesso que sou um procrastinador.
“Procrastinar não é um erro, é um estilo de vida onde eu sou o vilão, a vítima e o figurante que morre no começo do filme.” – (Filipe no Bluesky)
Brasil vai jogar contra o Marrocos na Copa.
No Marrocos a Bíblia é proibida. No Brasil, pelo contrário! Nós apenas queimamos terreiros de candomblé e evangelizamos índios à força.
Estou no Bluesky. Sigam-me os bons e os ruins.
Não estou no Instagram, que é “instagrado”.
Desconfie sempre de um boteco que não tenha baratas. Viva o Bar do Grude!
Sou amigo dos vascainos, mas não perco a piada: qual a diferença entre o Titanic e o Vasco da Gama? O Titanic afunda no mar; o Vasco da Gama afunda no Rio.
“Baile de Madame Preciosa na praia de Tambaba” foi proibido em determinada exposição de folhetos de cordel. O folheto começou a circular no grupo da família. https://www.recantodasletras.com.br/cordel/3731381
Madame Preciosa se mostra disponível pra fazer felação premiada.
Eu, de minha parte, fico com o pensamento de que essa porra toda é um circo e que a administração desse circo deveria ficar com os palhaços, que somos nós. Isso se chama anarquismo.
Não fui aceito como candidato à Academia Paraibana de Letras. Como só tenho o diploma do 1º grau, só poderei entrar para a Academia Paraibana de Letras Incompletas.
Tem um humorista chamado Grouxo Marx que dizia: “Não entro para um clube que me aceita como sócio”.
(Antes que comentem, esclareço que isso é fake news, simples pilhéria)
Pertenço a uma classe que sofre desrespeito por não ter conseguido arrumar um diploma. Faço jornalismo, radialismo e outros ismos sem ser habilitado, por isso me chamam de charlatão.
A internet fez surgir um monte de gente que pretende ser jornalista, mas não alcança o sentido das palavras nem sua maneira correta de ser escrita.
São quase analfabetos que mandam ver em seus blogs e nas emissoras de rádio. Nós, que não temos diploma, somos nivelados por essa turma.
Vou fazer uma cirurgia, mas o médico me disse que tenho 50% de chance de morrer. Seguindo a lógica do Sonsinho, vou pedir pra operar duas vezes, pra prevenir.
Seguindo a tradição do cordel narrativo, estou lançando o folheto “A chegada de Flávio Rachadinha no inferno americano”
“Os índios não trabalhavam. Não era necessário. Tudo estava na natureza. Não precisavam nem se vestir porque o clima era bom. O brasileiro herdou do índio esse senso de ócio” – (Domenico de Masi, sociólogo italiano)
E viva a vagabundagem!
“Nada como uma rodada atrás da outra e uma cerveja no meio.” – Xico Sá.
“Tudo o que eu queria agora era que um cachorro me abanasse o rabo”. – Maciel Caju, o carente.
O safado do Ameba foi convidado para um Encontro de Casais na Igreja, pensou logo que se tratava de uma surubinha.
Há treze anos morria Valdir Bezerra Cavalcanti, ex-deputado, muito amigo do meu pai Arnaud Costa.
Valdir foi meu advogado quando um delegado me enquadrou na Lei de Segurança Nacional porque fiz uma peça onde imitei o tal sargento delegado.
Valdir era um homem íntegro e correto.
O poeta fescenino Fábio Mozart vai lançar livro mais escandaloso do que o celular de Vorcaro: “O livro proibido de Biu Penca Preta”.
Ao lado, a foto do filósofo Biu.
Essa obra já nasce censurada por excesso de safadeza, malandragem e bom humor. Contém cenas fortes de preguiça estratégica e malandragem avançada.
A obra foi considerada perigosa por especialistas em bons costumes e inimiga oficial da vergonha na cara.
O livro é tão perigoso que vem com aviso: “Não leia perto de pessoas sérias”.
O prefácio é de Maciel Caju, Quelyno Souza, Ivaldo Gomes e Paulo Coelho.
Não chega a ser um prefácio. Talvez um pré difícil. (Este trocadilho foi de lascar!)
Tijolinhos de pêsames pelo falecimento do meu amigo Napoleon Soares, nosso embaixador em Londres.
VERSO DO DIA
Vê-se um sujeito ladrão
Que tem um porte bonito;
Outro com porte esquisito
Que tem um bom coração;
Vê-se um padre num sermão
Pregando Deus sem ter fé;
Um ébrio num cabaré
A Jesus fazendo prece;
Um é, porém não parece,
Outro parece e não é.
Manoel Xudu
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