O aplicativo Telegram, por onde o ex-juiz federal Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, e o procurador Deltan Dallagnol trocaram mensagens durante a Operação Lava Jato, relatou no Twitter que está “enfrentando um poderoso ataque DDoS, usuários do Telegram nas Américas e alguns usuários de outros países podem enfrentar problemas de conexão”.

“Um DDoS é um ‘ataque de negação de serviço distribuído’: seus servidores recebem GADZILLIONS de solicitações de lixo que os impedem de processar solicitações legítimas. Imagine que um exército de lemingues acabou de pular a fila no McDonald’s na frente de você – e cada um está pedindo uma grande mentira”, diz a empresa em sua conta em inglês na rede social.

“O servidor está ocupado a dizer aos lemingues que eles vieram para o lugar errado – mas há muitos deles que o servidor nem sequer vê você para tentar fazer o seu pedido. Para gerar essas solicitações de lixo, os bandidos usam ‘botnets’ feitos de computadores de usuários desavisados que foram infectados com malware em algum momento no passado. Isso faz um DDoS semelhante ao apocalipse zumbi: um dos lemingues falsos pode ser seu avô”, acrescentou.

Segundo o aplicativo, “há um lado positivo: todos esses lemmings estão lá apenas para sobrecarregar os servidores com trabalho extra – eles não podem tirar seu BigMac e coca-cola. Seus dados estão seguros”. “No momento, as coisas parecem ter se estabilizado”.

Uma matéria do Intercept apontou que o ex-juiz federal Sérgio Moro foi além do seu papel de juiz na troca de mensagens com o procurador Deltan Dallagnol. “Moro sugeriu trocar a ordem de fases da Lava Jato, cobrou novas operações, deu conselhos e pistas e antecipou ao menos uma decisão, mostram conversas privadas ao longo de dois anos”, afirma o texto.

Outra reportagem apontou que Dallagnol duvidava da existência de provas contra Lula, acusado de ter recebido um apartamento da OAS como propina.

Brasil 247

 

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