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Suposto Suposto diálogo entre Trump e Netanyahu: ‘Você estaria na prisão se não fosse por mim ‘Você estaria na prisão se não fosse por mim

Segundo a imprensa americana, presidente dos EUA pressionou premiê israelense a conter escalada no Líbano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria feito duras críticas ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante uma conversa telefônica marcada por tensão em meio à escalada militar no Líbano. Segundo fontes citadas pela imprensa norte-americana, Trump chegou a chamar Netanyahu de “louco” e afirmou que o líder israelense estaria preso se não fosse por sua intervenção política.A informação foi publicada pelo site Axios e reproduzida pela RT nesta terça-feira (2). De acordo com o relato, dois funcionários norte-americanos e uma terceira fonte afirmaram que Trump também barrou um plano israelense de bombardear Beirute, por considerar que a medida agravaria ainda mais o isolamento internacional de Israel.

“Você está completamente louco. Estaria na prisão se não fosse por mim. Estou salvando sua pele. Agora todo mundo odeia você. Todo mundo odeia Israel por causa disso”, teria dito Trump a Netanyahu, segundo as fontes citadas.

A suposta conversa expõe o grau de tensão entre Washington e Tel Aviv em um momento delicado no Oriente Médio. Embora o governo norte-americano reconhecesse o argumento israelense de defesa diante dos ataques do Hezbollah, Trump teria avaliado que Netanyahu vinha conduzindo a resposta militar de forma desproporcional nos últimos dias.

Plano de ataque a Beirute teria sido barrado

Segundo o relato, Trump teria impedido que Israel avançasse com um bombardeio contra Beirute, capital do Líbano. A avaliação do presidente dos Estados Unidos seria de que uma ofensiva desse tipo poderia isolar ainda mais Israel no cenário internacional e comprometer negociações diplomáticas em curso.

A tensão teria aumentado quando Trump tomou conhecimento da possibilidade de expansão da operação israelense no Líbano. “O que diabos você está fazendo?”, teria gritado o presidente norte-americano, descrito por uma das fontes como “furioso”.

Ainda de acordo com a reportagem, Trump considerava que a escalada militar poderia prejudicar as negociações com o Irã, em um momento em que Washington buscava evitar a ampliação do conflito regional. A preocupação central seria impedir que a ofensiva israelense transformasse a crise no Líbano em um confronto ainda mais amplo no Oriente Médio.

Uma das fontes afirmou que a ligação esteve entre as conversas mais difíceis entre Trump e Netanyahu desde o retorno do republicano à Casa Branca.

Trump anuncia fim dos ataques mútuos

Nesta segunda-feira (1º), em meio ao aumento das tensões na região, Trump afirmou ter mantido uma conversa “muito produtiva” com Netanyahu. Ao mesmo tempo, anunciou que Israel e o Hezbollah haviam concordado em encerrar os ataques mútuos.

“Nenhuma tropa será enviada para Beirute”, escreveu Trump na plataforma Truth Social.

A declaração ocorreu em meio à preocupação internacional com a possibilidade de uma nova ofensiva israelense sobre a capital libanesa. O anúncio buscou sinalizar uma contenção momentânea da crise, embora as informações sobre a conversa tensa indiquem que a relação entre Trump e Netanyahu atravessa um momento de forte pressão.

Netanyahu diz que Israel reagiria a ataques do Hezbollah

Após a conversa com Trump, Netanyahu divulgou um comunicado afirmando que disse ao presidente norte-americano que Israel atacaria alvos em Beirute caso o Hezbollah não interrompesse ataques contra “suas cidades” e “seus cidadãos”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria feito duras críticas ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante uma conversa telefônica marcada por tensão em meio à escalada militar no Líbano. Segundo fontes citadas pela imprensa norte-americana, Trump chegou a chamar Netanyahu de “louco” e afirmou que o líder israelense estaria preso se não fosse por sua intervenção política.A informação foi publicada pelo site Axios e reproduzida pela RT nesta terça-feira (2). De acordo com o relato, dois funcionários norte-americanos e uma terceira fonte afirmaram que Trump também barrou um plano israelense de bombardear Beirute, por considerar que a medida agravaria ainda mais o isolamento internacional de Israel.

“Você está completamente louco. Estaria na prisão se não fosse por mim. Estou salvando sua pele. Agora todo mundo odeia você. Todo mundo odeia Israel por causa disso”, teria dito Trump a Netanyahu, segundo as fontes citadas.

A suposta conversa expõe o grau de tensão entre Washington e Tel Aviv em um momento delicado no Oriente Médio. Embora o governo norte-americano reconhecesse o argumento israelense de defesa diante dos ataques do Hezbollah, Trump teria avaliado que Netanyahu vinha conduzindo a resposta militar de forma desproporcional nos últimos dias.

Plano de ataque a Beirute teria sido barrado

Segundo o relato, Trump teria impedido que Israel avançasse com um bombardeio contra Beirute, capital do Líbano. A avaliação do presidente dos Estados Unidos seria de que uma ofensiva desse tipo poderia isolar ainda mais Israel no cenário internacional e comprometer negociações diplomáticas em curso.

A tensão teria aumentado quando Trump tomou conhecimento da possibilidade de expansão da operação israelense no Líbano. “O que diabos você está fazendo?”, teria gritado o presidente norte-americano, descrito por uma das fontes como “furioso”.

Ainda de acordo com a reportagem, Trump considerava que a escalada militar poderia prejudicar as negociações com o Irã, em um momento em que Washington buscava evitar a ampliação do conflito regional. A preocupação central seria impedir que a ofensiva israelense transformasse a crise no Líbano em um confronto ainda mais amplo no Oriente Médio.

Uma das fontes afirmou que a ligação esteve entre as conversas mais difíceis entre Trump e Netanyahu desde o retorno do republicano à Casa Branca.

Trump anuncia fim dos ataques mútuos

Nesta segunda-feira (1º), em meio ao aumento das tensões na região, Trump afirmou ter mantido uma conversa “muito produtiva” com Netanyahu. Ao mesmo tempo, anunciou que Israel e o Hezbollah haviam concordado em encerrar os ataques mútuos.

“Nenhuma tropa será enviada para Beirute”, escreveu Trump na plataforma Truth Social.

A declaração ocorreu em meio à preocupação internacional com a possibilidade de uma nova ofensiva israelense sobre a capital libanesa. O anúncio buscou sinalizar uma contenção momentânea da crise, embora as informações sobre a conversa tensa indiquem que a relação entre Trump e Netanyahu atravessa um momento de forte pressão.

Netanyahu diz que Israel reagiria a ataques do Hezbollah

Após a conversa com Trump, Netanyahu divulgou um comunicado afirmando que disse ao presidente norte-americano que Israel atacaria alvos em Beirute caso o Hezbollah não interrompesse ataques contra “suas cidades” e “seus cidadãos”.

A posição do premiê israelense reforça que, apesar do anúncio de interrupção dos ataques mútuos, Tel Aviv manteve a ameaça de novas ações militares caso considere que o Hezbollah continue realizando ofensivas contra território israelense.

A crise ocorre em um contexto de crescente desgaste internacional de Israel, alvo de críticas de governos, organismos multilaterais e setores da opinião pública mundial diante da condução de suas operações militares no Oriente Médio.

Pressão dos EUA revela temor de isolamento de Israel

A suposta advertência de Trump a Netanyahu indica que a Casa Branca passou a avaliar com maior preocupação os custos diplomáticos da escalada israelense. Ao dizer que uma ação contra Beirute “isolaria ainda mais Israel”, o presidente norte-americano teria deixado claro que Washington teme uma ampliação do conflito e uma deterioração adicional da imagem de seu principal aliado no Oriente Médio.

A fala atribuída a Trump também revela uma tentativa de controle político sobre Netanyahu, que enfrenta pressões internas e externas em meio à condução da guerra e às crises que marcam sua trajetória no poder.

Mesmo com o apoio histórico dos Estados Unidos a Israel, a ligação descrita pelas fontes sugere que Trump buscou impor limites à ação militar israelense no Líbano, em especial diante do risco de que novos ataques inviabilizassem negociações regionais e aumentassem a pressão internacional contra Tel Aviv.

Até o momento, as informações sobre o teor da conversa foram atribuídas a fontes ouvidas pela imprensa norte-americana. A versão divulgada por Netanyahu, por sua vez, apresentou a ligação como parte de uma coordenação sobre a resposta israelense aos ataques do Hezbollah.

Com Brasil 247

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Redação DiárioPB

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