TOCA DO LEÃO

Tijolinhos do Mozart

Foto: Sérgio Ricardo Santos

Na quarta-feira passada (03) o poeta Thiago Alves, diretor da Sociedade Cultural Poeta Zé da Luz, participou do encerramento da Semana José Lins do Rego, em Pilar. Na foto, também Ivânia Miranda, Secretária de Turismo, e Evanio Teixeira, Secretário de Cultura do Município.

Evanio é o entrevistado de amanhã no programa Alô comunidade, na Rádio Tabajara, às 11 horas.

Meu amigo e amiga que são evangélicos: qual o argumento moral que justifique a morte de uma criança de 12 anos cujo corpo não aguentou a gravidez?

Bancada da Bíblia apoiou o projeto que impede aborto em crianças vítimas de estupro.

Estuprador não é pai, criança não é mãe.

A propósito, ontem, 4 de junho, marcado como o Dia Mundial Contra a Agressão Infantil.

Graças à inteligência artificial generativa, você agora pode publicar seu livro, ser jornalista, compositor, artista plástico e poeta.

Mas continuará sendo um desonesto intelectual.

Acabou o sonho de Flavinho Rachadinha sentar na cadeira de Lula. Daniel Vorcaro acaba de entregar Flávio Bolsonaro.

Por enquanto, o discurso de Flávio é 80% mentira e 20% malandragem.

Confesso que sou um procrastinador.

Procrastinar não é um erro, é um estilo de vida onde eu sou o vilão, a vítima e o figurante que morre no começo do filme.” – (Filipe no Bluesky)

Brasil vai jogar contra o Marrocos na Copa.

No Marrocos a Bíblia é proibida. No Brasil, pelo contrário! Nós apenas queimamos terreiros de candomblé e evangelizamos índios à força.

Estou no Bluesky. Sigam-me os bons e os ruins.

Não estou no Instagram, que é “instagrado”.

Desconfie sempre de um boteco que não tenha baratas. Viva o Bar do Grude!

Sou amigo dos vascainos, mas não perco a piada: qual a diferença entre o Titanic e o Vasco da Gama? O Titanic afunda no mar; o Vasco da Gama afunda no Rio.

“Baile de Madame Preciosa na praia de Tambaba” foi proibido em determinada exposição de folhetos de cordel. O folheto começou a circular no grupo da família. https://www.recantodasletras.com.br/cordel/3731381

Madame Preciosa se mostra disponível pra fazer felação premiada.

Eu, de minha parte, fico com o pensamento de que essa porra toda é um circo e que a administração desse circo deveria ficar com os palhaços, que somos nós. Isso se chama anarquismo.

Não fui aceito como candidato à Academia Paraibana de Letras. Como só tenho o diploma do 1º grau, só poderei entrar para a Academia Paraibana de Letras Incompletas.

Tem um humorista chamado Grouxo Marx que dizia: “Não entro para um clube que me aceita como sócio”.

(Antes que comentem, esclareço que isso é fake news, simples pilhéria)

Pertenço a uma classe que sofre desrespeito por não ter conseguido arrumar um diploma. Faço jornalismo, radialismo e outros ismos sem ser habilitado, por isso me chamam de charlatão.

A internet fez surgir um monte de gente que pretende ser jornalista, mas não alcança o sentido das palavras nem sua maneira correta de ser escrita.

São quase analfabetos que mandam ver em seus blogs e nas emissoras de rádio. Nós, que não temos diploma, somos nivelados por essa turma.

Vou fazer uma cirurgia, mas o médico me disse que tenho 50% de chance de morrer. Seguindo a lógica do Sonsinho, vou pedir pra operar duas vezes, pra prevenir.

Seguindo a tradição do cordel narrativo, estou lançando o folheto “A chegada de Flávio Rachadinha no inferno americano”

“Os índios não trabalhavam. Não era necessário. Tudo estava na natureza. Não precisavam nem se vestir porque o clima era bom. O brasileiro herdou do índio esse senso de ócio” – (Domenico de Masi, sociólogo italiano)

E viva a vagabundagem!

“Nada como uma rodada atrás da outra e uma cerveja no meio.” – Xico Sá.

“Tudo o que eu queria agora era que um cachorro me abanasse o rabo”. – Maciel Caju, o carente.

O safado do Ameba foi convidado para um Encontro de Casais na Igreja, pensou logo que se tratava de uma surubinha.

Há treze anos morria Valdir Bezerra Cavalcanti, ex-deputado, muito amigo do meu pai Arnaud Costa.

Valdir foi meu advogado quando um delegado me enquadrou na Lei de Segurança Nacional porque fiz uma peça onde imitei o tal sargento delegado.

Valdir era um homem íntegro e correto.

O poeta fescenino Fábio Mozart vai lançar livro mais escandaloso do que o celular de Vorcaro: “O livro proibido de Biu Penca Preta”.

Ao lado, a foto do filósofo Biu.

Essa obra já nasce censurada por excesso de safadeza, malandragem e bom humor. Contém cenas fortes de preguiça estratégica e malandragem avançada.

A obra foi considerada perigosa por especialistas em bons costumes e inimiga oficial da vergonha na cara.

O livro é tão perigoso que vem com aviso: “Não leia perto de pessoas sérias”.

O prefácio é de Maciel Caju, Quelyno Souza, Ivaldo Gomes e Paulo Coelho.

Não chega a ser um prefácio. Talvez um pré difícil. (Este trocadilho foi de lascar!)

Tijolinhos de pêsames pelo falecimento do meu amigo Napoleon Soares, nosso embaixador em Londres.

VERSO DO DIA

 

Vê-se um sujeito ladrão

Que tem um porte bonito;

Outro com porte esquisito

Que tem um bom coração;

Vê-se um padre num sermão

Pregando Deus sem ter fé;

Um ébrio num cabaré

A Jesus fazendo prece;

Um é, porém não parece,

Outro parece e não é.

Manoel Xudu

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Fábio Mozart

Fábio Mozart transita por várias artes. No jornalismo, fundou em 1970 o “Jornal Alvorada” em Itabaiana, com o slogan: “Aqui… More »

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