O TSE abriu investigação para apurar se Ricardo, ainda durante sua gestão, teria prestado apoio de forma irregular ao candidato do PT à presidência. Bolsonaro havia apontado a ocorrência de abuso de poder político, econômico e de mídia.

Bolsonaro pedia que, ao fim das eleições, Haddad e sua vice, Manuela D’Ávila (PCdoB), fossem considerados inelegíveis por oito anos e tivessem seus registros de candidatura ou diplomas – caso eleitos – cassados.

Na decisão, o TSE entendeu, por unanimidade, que não houve abuso de poder político nem econômico, julgando por unanimidade improcedente a Aije. A defesa do socialistas ficou a cargo dos advogados Fábio Brito e Marcelo Weick.

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