
Baseada na ideia do cordel O Romance do Pavão Misterioso, de José Camelo de Melo Resende, a história trata de uma criança autista e seus hiperfocos, e um amigo imaginário numa viagem extraordinária pela Grécia, Afeganistão e Turquia, detalhando as belezas desses lugares e trazendo um entendimento melhor do universo autista.
O livro é de autoria da poeta Cristine Nobre, cearense radicada na Paraíba, odontóloga especialista no tratamento de crianças especiais.
Hoje é Dia Mundial do Cérebro, Dia Internacional da Manga e Dia Internacional do Trabalhador Doméstico.
O Dia Nacional de Apreciação da Vagina (ou National Vagina Appreciation Day) é celebrado anualmente em 23 de abril. A data foi criada para promover o empoderamento, quebrar tabus e conscientizar sobre a saúde reprodutiva e o bem-estar sexual.
Localizada no litoral sul de João Pessoa, a praia da Penha é oficialmente reconhecida como Comunidade Quilombola pela Fundação Palmares.
A medida reconhece uma presença histórica de mais de 200 anos de famílias negras no território, como a família Ganju, que já está em sua sétima geração de ocupação da área.
A praia da Penha é ideal para quem busca tranquilidade. Famosa pelo turismo de fé, abriga o histórico Santuário de Nossa Senhora da Penha e sua tradicional escadaria de 140 degraus.
Dia 23 de julho, amanhã, Chico Mulungu lança o folheto “O poeta que cantou, mas não teve sorte”. Será no Memorial do Cordel José Camelo de Melo Resende, em Guarabira.
Chico Mulungu nasceu num vagão de trem da antiga Rede Ferroviária, entre Mari e Mulungu. Escolheu Mulungu como berço, mas vive hoje em Guarabira.
Hoje é dia do cantor lírico. Só conheço um: José Bezerra Filho.
Mulher acende vela para Santo Antão para casar, mas se engana. O santo casamenteiro é Santo Antonio de Pádua. Passou 20 anos gastando vela pro santo errado, nunca casou.
Abriu-se um rio no meu peito é um livro de poemas de Louise de Miranda, ganhador do Prêmio José Lins do Rego. Será lançado brevemente.
Louise de Miranda é esposa do meu filho, Arnaud Neto.
É com satisfação que a Editora Zé da Luz lhe apresenta o livro Artistas de Itabaiana, de autoria de Fábio Mozart. Esta obra reúne perfis e biografias de diversos artistas da nossa terra, incluindo a sua trajetória, registrada com carinho e respeito.
Em agosto estarei lançando essa obra na cidade de Itabaiana, com apoio da Secretaria de Cultura.
“Eu sou o tipo de cara que acorda bem cedo no domingo só pra assistir ao Globo Rural e aprender a plantar discórdia!” – (Ameba, o rei da ingrisia)
Ingrisia é confusão e briga. Do dicionário de nordestinês.
Pesquisa indica que 73% dos livros no Brasil estão concentrados nas mãos de apenas 16% da população.
A Academia de Letras de Solânea, em parceria com a Sociedade Cultural Poeta Zé da Luz, distribuirá livros gratuitamente no dia 25 de julho (sábado) às 16h00 na Casa Grande Amarela da Chã de Solânea.
Na ocasião será lançado o folheto “Maria dos Anjos Oliveira, de Solânea para o mundo”, assinado pelo cordelista Fábio Mozart.
Cantor, compositor, violinista e escritor, Jorge Mautner começou a escrever seu primeiro livro, “Deus da chuva e da morte”, aos 15 anos de idade. O livro foi publicado em 1962 e compõe, com Kaos (1964) e Narciso em tarde cinza (1966), a trilogia hoje conhecida como Mitologia do Kaos.
Não li nenhum livro de Jorge Mautner. Vou procurar nos sebos. Se alguém tiver e me emprestar, agradeço.
“Messi vai jogar a próxima Copa também porque não tem aposentadoria na Argentina.” – (Jaguadarte)
A Espanha comemorou a Copa com a bandeira da Palestina. Ninguém viu porque o jogo foi nos Estados Unidos, o país da ditadura disfarçada.
Estou falando sobre medidas de exceção, perseguição a minorias, limitações à liberdade de imprensa e o fortalecimento de governos centralizadores.
Os Estados Unidos historicamente financiaram e apoiaram regimes autoritários na América Latina, mas hoje debatem o seu próprio futuro democrático.
Argentina é a primeira seleção da história a não chutar a gol numa final de Copa do Mundo. Parabéns, hermanos!
Tijolinhos para Ari Paraíba, o nosso “Nuncha”, natural de Itabaiana, líder de uma banda de forró na Bahia, “Cacau com mel”. Fez uma música em homenagem a Itabaiana.
No início dos ano 80, Nuncha tinha um conjunto denominado Os Elétrons. O nome dele é Ariosvaldo. Conheci Nuncha ainda garoto, tocando guitarra artesanal, feita de casca de coco.
Em 2020 assinei contrato com a editora Penalux para publicar meu livro “Retrato molhado”. Nunca mais soube do destino do Retrato Molhado. Deve ter ido pra reciclagem.
No dia do amigo, esqueci de citar esse rapaz da cabeça de Pinduca que atende por Bento Júnior, um elemento altamente mais ou menos.
“Roberto Santiago não precisa roubar dinheiro de prefeitura. Ele comprou o mandato do prefeito de Cabedelo e entregou a Leto Viana para impedir que chegasse um shopping em Intermares.” – (Fabiano Gomes em 2018)
Amigo é coisa pra se guardar no lado esquerdo da urna.
Dia desses mandei às favas um sujeito de minha terra, conhecido desde quando éramos muito jovens. O pulha procedeu de forma canalha, mostrou-se calhorda e velhaco.
Aliás, não mostrou esse seu lado safado, apenas reafirmou. É preciso desculpar os semelhantes por suas eventuais falhas de caráter, mas esse cara me encheu as medidas e decidi desconvidar o bicho para meu enterro.
Também não é bem-vindo onde eu estiver, seja num recinto público ou privado. Tirei do Facebook e da minha lista de companheiros.
É como diz o comediante Xoxola: “Vê se me esquece, carniça!”
“Ei, doido! Isso é comigo, é?” – (Danda)
É não, Danda!
“O amigo é somente um inimigo que não atacou ainda.” – (Capitão, de “Os Pinguins de Madagascar”!)
“Um amigo de verdade faz você passar vergonha em público pelo menos três vezes ao ano.” – (Robson Crusoé)
Tijolinhos para Maurício José Mesquita, técnico de som da Rádio Tabajara.
VERSO DO DIA
Cortaram a velha ingazeira
Agrediram o jatobá
Queimaram o pé de cajá
E prostraram a gameleira
Que havia no fim da feira
Enfeitando a natureza
Atacaram a boniteza
Ação quase suicida
Quem corta a árvore florida
Comete uma malvadeza.
Meu pé de laranja lima
Meu pé de jacarandá
A flor do maracujá
Chora a flora e se lastima
Vida não se reanima
Após tamanha vileza
Diante dessa fraqueza
O ser humano intimida
Quem corta a árvore florida
Comete uma malvadeza.
“Não corte a árvore, meu pai”
Disse o grande vate Augusto
E eu repito com susto
Que um dia a casa cai
Fica nesse vai, não vai
O deserto é uma certeza
Porque toda natureza
Já está comprometida
Quem corta a árvore florida
Comete uma malvadeza.
Fábio Mozart