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Porto de Cabedelo faz operação piloto ‘Ship to Ship’

Ship to ShipO Porto de Cabedelo realizou, na tarde desta quarta-feira (31), a operação piloto ‘Ship to Ship’, que é a transferência de carga de petróleo e seus derivados entre embarcações sem a necessidade de desembarcar o produto em terra firme. A ação teste foi feita pela Petrobras e Transpetro, com apoio do Porto de Cabedelo. Participaram ainda o governador Ricardo Coutinho, a Capitania dos Portos, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), Receita Federal, e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). A operação nunca havia sido realizada na Paraíba e, a partir de agora, após entrega do relatório da Petrobras e liberação da Sudema, o porto paraibano passará a ser opção para este tipo de manobra, que deve atrair novas empresas para transportar combustíveis para o Estado.

“É uma operação que abre uma larga porta de opções para o Porto de Cabedelo, afinal, em um único cais você pode ter uma segunda atracação e, a partir disso, gerar movimentação de cargas e receitas. Essa é uma operação que visa também desafogar o porto de Suape e, ao mesmo tempo, fortalece o Porto de Cabedelo”, avaliou o governador.

O gerente de implantação de novas operações da Petrobras, Joselito Câmara, destacou que tecnicamente a operação piloto foi tranquila. Ele realçou que o Porto de Cabedelo naturalmente é um porto seguro por conta das condições naturais e isso contribui positivamente para a intervenção. “Resumindo, a atracação, que é onde a gente tem o maior cuidado, aconteceu dentro do previsto e muito rápida. Eu acredito que tanto a autoridade marítima, quanto a autoridade ambiental, ficaram convencidas de que se trata de uma operação segura”, disse Câmara.

A operação Ship to Ship poderá permitir que o Porto de Cabedelo sirva para ser pólo de distribuição de combustíveis para outros portos.

Segurança

As estatísticas confirmam a segurança da operação. Segundo a Petrobras, a Ship to Ship acontece no Brasil desde 2013, com mais de 600 operações contabilizadas e nenhum acidente ou incidente registrado. No mundo, nos últimos 15 anos, também não há registro de acidentes.

, que é a transferência de carga de petróleo e seus derivados entre embarcações sem a necessidade de desembarcar o produto em terra firme. A ação teste foi feita pela Petrobras e Transpetro, com apoio do Porto de Cabedelo. Participaram ainda o governador Ricardo Coutinho, a Capitania dos Portos, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), Receita Federal, e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). A operação nunca havia sido realizada na Paraíba e, a partir de agora, após entrega do relatório da Petrobras e liberação da Sudema, o porto paraibano passará a ser opção para este tipo de manobra, que deve atrair novas empresas para transportar combustíveis para o Estado.

“É uma operação que abre uma larga porta de opções para o Porto de Cabedelo, afinal, em um único cais você pode ter uma segunda atracação e, a partir disso, gerar movimentação de cargas e receitas. Essa é uma operação que visa também desafogar o porto de Suape e, ao mesmo tempo, fortalece o Porto de Cabedelo”, avaliou o governador.

O gerente de implantação de novas operações da Petrobras, Joselito Câmara, destacou que tecnicamente a operação piloto foi tranquila. Ele realçou que o Porto de Cabedelo naturalmente é um porto seguro por conta das condições naturais e isso contribui positivamente para a intervenção. “Resumindo, a atracação, que é onde a gente tem o maior cuidado, aconteceu dentro do previsto e muito rápida. Eu acredito que tanto a autoridade marítima, quanto a autoridade ambiental, ficaram convencidas de que se trata de uma operação segura”, disse Câmara.

A operação Ship to Ship poderá permitir que o Porto de Cabedelo sirva para ser pólo de distribuição de combustíveis para outros portos.

Segurança

As estatísticas confirmam a segurança da operação. Segundo a Petrobras, a Ship to Ship acontece no Brasil desde 2013, com mais de 600 operações contabilizadas e nenhum acidente ou incidente registrado. No mundo, nos últimos 15 anos, também não há registro de acidentes.

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