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Operação da PF mira crimes de exploração infantojuvenil em João Pessoa

(Foto: Divulgação / Assessoria / Polícia Federal)

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (19), a Operação Guardião Digital IX para combater crimes relacionados ao armazenamento de imagens e vídeos de abuso sexual infantojuvenil. A ação aconteceu em João Pessoa e teve como alvo um investigado suspeito de envolvimento com o material criminoso.

Durante a operação, os policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Estadual da Paraíba, além da determinação de quebra do sigilo telemático do investigado.

Segundo a PF, a ação integra um conjunto de medidas estratégicas voltadas à repressão qualificada de crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

Operação reforça combate a crimes digitais

De acordo com a investigação, a operação tem como foco reprimir práticas criminosas relacionadas ao armazenamento e compartilhamento de conteúdos envolvendo violência sexual contra menores de idade.

A Polícia Federal destacou que crimes dessa natureza têm sido monitorados constantemente por equipes especializadas em investigação digital.

Alerta aos pais

Além da repressão aos crimes virtuais, especialistas alertam para a importância da conscientização e do acompanhamento das atividades online de crianças e adolescentes.

O diálogo aberto entre familiares, responsáveis e menores é considerado essencial para prevenir situações de risco e identificar possíveis sinais de abuso ou abordagem inadequada no ambiente digital.

Também é importante orientar crianças e adolescentes a nunca compartilharem informações pessoais com desconhecidos e a comunicarem imediatamente qualquer comportamento suspeito, ameaça ou tentativa de contato impróprio pela internet.

Termo “abuso sexual” é considerado mais adequado

Em nota, a Polícia Federal explicou que, embora o termo “pornografia” ainda esteja presente no Estatuto da Criança e do Adolescente, organismos internacionais adotam preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual de crianças e adolescentes”.

Segundo a corporação, os termos refletem com maior precisão a gravidade dos crimes praticados contra menores.

A investigação segue em andamento e, até o momento, a PF não divulgou detalhes sobre a identidade do investigado.

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Redação DiárioPB

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