
Segundo informações da agência Bloomberg, tudo seria resolvido e o aplicativo estaria livre de censura caso fosse vendido para uma empresa americana. E, para tal proposta, já existe uma interessada de peso: a Microsoft.
A empresa de Bill Gates não é conhecida pelo sucesso no mundo das redes sociais, ainda que tenha comprado o LinkedIn em 2016, mas seria a única grande empresa de tecnologia com portfólio variado capaz de absorver o TikTok sem que hajam alardes antitruste.
Ainda sim, o plano forçado pelos EUA seria somente para separar o TikTok em duas versões, uma para os chineses, e outra, comandada de solo americano, para o resto do mundo. Fica o lembrete de que, quando se trata de redes sociais, no ocidente, a fonte de polêmicas envolvendo invasão de privacidade não é a China.
(Com Bloomberg)
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