O tempo ia passando. Passando. Passou dos 52 minutos do segundo tempo na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. E aquele fantasma assombrava. Assim como em 2011 e em 2015, o Brasil não consegiu vencer o Paraguai no tempo normal por um confronto de quartas de final da Copa América. Mas, desta vez, saiu vencedor nos pênaltis. Após empatar por 0 a 0 – com um a mais no segundo tempo -, a seleção brasileira venceu a Albirroja nas cobranças de penalidades e voltou à semifinal do torneio depois de 12 anos. Agora, espera por Venezuela ou Argentina.

A seleção brasileira encerrou a partida com 25 finalizações e nove chances reais de gol, contra 10 finalizações dos paraguaios. Foi um massacre, especialmente na segunda etapa, depois que Balbuena foi expulso – com auxílio do VAR. Everton, Arthur, Coutinho, Firmino e Willian não superaram Gatito e a trave, e os pênaltis voltaram a cruzar o caminho de paraguaios e brasileiros nas quartas de final da Copa América. Nas cobranças, Alisson pegou cobrança de Gustavo Gómez, e Derlis González mandou para fora. Firmino errou do lado canarinho. No fim, Gabriel Jesus, que havia desperdiçado pênalti diante do Peru, converteu e garantiu a classificação brasileira.

VAR DECISIVO NOVAMENTE

Foram mais de nove minutos de jogo paralisado com o VAR. O uso do vídeo foi decisivo novamente. Aos nove minutos do segundo tempo, o árbitro chileno Rodrigo Vargas marou pênalti de Balbuena em Firmino. No entanto, ele recorreu ao vídeo para rever o lance e decidiu retirar a penalidade. Viu que havia sido fora da área. Mas expulsou o zagueiro paraguaio, por entender que era uma oportunidade clara de gol. Depois, aos 38, Vargas foi ao monitor novamente para ver um possível lance de expulsão de Arthur, em cotovelada no rosto de Derlis. O juiz apenas deu amarelo para o volante.

Por Globoesporte.com

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