POLÍTICA

Lula concentra maior tempo de TV e verba do fundo eleitoral na eleição de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve iniciar a campanha à reeleição com a maior estrutura entre os candidatos ao Palácio do Planalto. Caso não haja mudanças até 15 de agosto, prazo final para o registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o petista terá o maior tempo de propaganda no rádio e na televisão e também a maior parcela do fundo eleitoral, que soma quase R$ 5 bilhões em 2026. A vantagem é resultado das coligações formadas e do desempenho dos partidos nas últimas eleições para a Câmara dos Deputados, critérios que definem tanto o acesso ao horário eleitoral gratuito quanto a distribuição dos recursos públicos para as campanhas. Nove candidatos ficam sem horário eleitoral Segundo as regras eleitorais, nove candidatos à Presidência não terão direito à propaganda gratuita no rádio e na televisão. Isso ocorre porque os partidos dessas candidaturas não atingiram a cláusula de barreira, mecanismo que exige a eleição de pelo menos 11 deputados federais em nove estados ou a obtenção de 2% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados. Fundo eleitoral também favorece maiores coligações Além do tempo de propaganda, a composição das alianças influencia diretamente na divisão do fundo especial de financiamento de campanha. Neste ano, o TSE e o Congresso Nacional destinaram quase R$ 5 bilhões aos partidos políticos. A distribuição prevista para as principais candidaturas é: Luiz Inácio Lula da Silva (PT): cerca de R$ 1,2 bilhão; Flávio Bolsonaro (PL): aproximadamente R$ 900 milhões; Ronaldo Caiado (PSD): cerca de R$ 420 milhões; Augusto Cury (Avante): aproximadamente R$ 72 milhões; Romeu Zema (Novo): cerca de R$ 37 milhões; Renan Santos (Missão): aproximadamente R$ 3 milhões. O cenário ainda poderá sofrer alterações até o encerramento do prazo para o registro oficial das candidaturas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve iniciar a campanha à reeleição com a maior estrutura entre os candidatos ao Palácio do Planalto. Caso não haja mudanças até 15 de agosto, prazo final para o registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o petista terá o maior tempo de propaganda no rádio e na televisão e também a maior parcela do fundo eleitoral, que soma quase R$ 5 bilhões em 2026.

A vantagem é resultado das coligações formadas e do desempenho dos partidos nas últimas eleições para a Câmara dos Deputados, critérios que definem tanto o acesso ao horário eleitoral gratuito quanto a distribuição dos recursos públicos para as campanhas.

Nove candidatos ficam sem horário eleitoral

Segundo as regras eleitorais, nove candidatos à Presidência não terão direito à propaganda gratuita no rádio e na televisão.

Isso ocorre porque os partidos dessas candidaturas não atingiram a cláusula de barreira, mecanismo que exige a eleição de pelo menos 11 deputados federais em nove estados ou a obtenção de 2% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados.

Fundo eleitoral também favorece maiores coligações

Além do tempo de propaganda, a composição das alianças influencia diretamente na divisão do fundo especial de financiamento de campanha.

Neste ano, o TSE e o Congresso Nacional destinaram quase R$ 5 bilhões aos partidos políticos.

A distribuição prevista para as principais candidaturas é:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): cerca de R$ 1,2 bilhão;
  • Flávio Bolsonaro (PL): aproximadamente R$ 900 milhões;
  • Ronaldo Caiado (PSD): cerca de R$ 420 milhões;
  • Augusto Cury (Avante): aproximadamente R$ 72 milhões;
  • Romeu Zema (Novo): cerca de R$ 37 milhões;
  • Renan Santos (Missão): aproximadamente R$ 3 milhões.

O cenário ainda poderá sofrer alterações até o encerramento do prazo para o registro oficial das candidaturas.

Redação DiárioPB

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