Neste sábado, Alô comunidade entrevista a atriz, cantora, educadora e produtora cultural Stela Maris Mariano. Sua trajetória artística é marcada pela atuação no teatro, na música e em projetos de comunicação popular e cultura comunitária. Stela vive a famosa Madame Preciosa na Rádio Barata no Ar. – Alô Comunidade começa às 11 horas na Rádio Tabajara. https://radiotabajara.pb.gov.br/radio-ao-vivo/radio-fm
Poema de Manuel Bandeira foi proibido em escola militar. O poeta é acusado de fazer proselitismo de drogas e prostituição.
No poema “Vou-me embora pra Pasárgada”, Manuel Bandeira diz que nesse reino encantado “tem alcaloide à vontade e prostitutas bonitas para a gente namorar”.
“Em terra de egos, quem vê o outro é rei.” – (Poema de rua)
O poeta Evanio Teixiera, de Pilar, ficou empolgado com a ideia de formar um grupo de Cavalo Marinho.
O roteiro é péssimo, o conteúdo idem, o apresentador é zé ruela, mas RÁDIO BARATA NO AR continua com seu protocolo extravagante, anárquico, etílico e fescenino. Escute o podcast mais tosco e malamanhado do rádio na net.
Michelle é dissimulada, barraqueira, traíra, porém não nos enganemos. Essa cena que anda correndo, nada mais é para garantir uma eventual substituição da candidatura do enteado, caso dê ruim pra ele.
É como diria Sonsinho: não acredite na mentira, ela não é verdade.
Bebé de Natércio, cruel: “será que nenhum jogador vai pisar no pé podre de Neymarica? Como diria Michel Temer, far-me-ia muito feliz”.
“O Messi, pra ser o Pelé, tem que ser primeiro o Romário” – (Romário)
A cada seis dias, um paraibano é resgatado da escravidão. Fora os escravos inconscientes de sua condição.
O mundo tem cerca de 196 milhões de blogs. O meu Toca do Leão está entre os 30 milhões mais acessados. Não é nada, não é nada… não é nada mesmo.
O cachorro da vizinha, o Scoll, esteve a ponto de ter um enfarte com as bombas do jogo do Brasil. Acho uma desconsideração canina.
Meus gatos tiveram que tomar Rivotril.
Ouvir música faz bem ao coração. Ouvir música ruim causa desgaste emocional e úlcera.
“Grande parte dos problemas da nossa sociedade (segurança, educação, saúde) se consolidam por conta de uma questão fundamental: as pessoas estão muito mais empenhadas em encontrar o culpado que a solução. Mas, esta não seria uma questão cultural?” – (Lau Siqueira)
Maldade: disseram que o Ancelotti botou Neymar em campo pra fazer prova de vida do INSS.
O jogador Haaland compete como o mais feio da Copa.
Vinícius José Paixão de Oliveira Júnior é o craque que nós temos. O resto é bagre.
“No tempo em que Deus dava o frio conforme o cobertor, o desamparo social não dava esse povaréu todo nas ruas.” (Kubi Pinheiro)
“Não generalize os evangélicos. Malafaia é evangélico, mas Martin Luther King também era!” – (Pastor Henrique Vieira)
Fui ao médico me queixar de dores no peito, mal estar e ânsia de vômito. O doutor examinou tudo, mediu a pressão, bateu bombo na barriga, escutou a caixa preta, buliu no armazém de catarro e decretou: “é emocional”. Sonsinho garante que estou sem sistema nervoso.
Nem todo chapéu tem uma cabeça e nem toda cabeça tem um chapéu, conforme a lógica do compadre Sonsinho. E tem gente que não tem chapéu nem cabeça. E tome gente sem cérebro!
“Eu não acredito em nada, nem no ateísmo.” – Ameba, o incrédulo.
Edir Macedo ensinou o irmão Vorcaro a roubar no banco. Atentai, ó crente: bendita ou não, a corrupção é fruto do vosso ventre.
“Não sou a favor de que matem os mosquitos e as mosquitas. Sou a favor da vida. É preciso pensar diferente. O certo é aproveitar a crise e gerar emprego temporário para agentes de saúde no Brasil e desenvolver uma vacina para que as mosquitas não viessem a transmitir essas doenças.”
Seria um emprego temporário onde cada agente iria ganhar por produção (isto é, cada mosquito vacinado valeria uns 5 centavos). A ideia é do professor Flávio Roberto, meu amigo Flavinho que já foi embora do planeta.
Produzir esse programa RÁDIO BARATA NO AR é fazer munganga num picadeiro para poleiros vazios. Falar para o vazio é uma maneira de gostar de nossas próprias ideias, segundo Fernando Gabeira.
Investir nossas emoções num projeto desse tipo não deixa de ser um ato político, nessa espécie de diálogo de surdos. E o que é o atual debate político no Brasil, senão uma confabulação passional e incoerente?
“Um vão desejo de fuga, sem ter pra onde ir”, conforme o verso do poeta guarabirense João Milanez da Cunha Lima.
Tá ruim? Chama a Michelle. Ela piora.
Na laive de Michelle aparece um chifre na mesa. Ou é o chifre do Cão Canjiquinha, ou de parente próximo da apresentadora.
“Nóis sem nóis não é nóis” – (Ferréz, escritor dos guetos)
Na Costa Rica, eles eliminaram o Exército por ser uma instituição inútil. Substituíram as bases militares por escolas. E os costa-riquenhos são o povo mais feliz do planeta, de acordo com o Happy Planet Index.
Eu tive um sonho onde Lula ganhava a reeleição e, sabendo que não iria fazer o sucessor, metia o louco e governava da forma mais populista, botando o modo radical que ele sempre prometeu e nunca fez.
Pra começar, ele liberaria todas as rádios comunitárias do Brasil em funcionamento precário, desde que fossem realmente controladas pela comunidade.
Não acredito que tem jogador da seleção pedindo pra dormir com a mãe dele porque tá com medo do Japão.
Tijolinhos para o poeta cantador Auremir Caetano, de Solânea, meu confrade na Academia Solanense de Letras.
VERSO DO DIA
“…que a perfeição é uma meta
defendida pelo goleiro
que joga na seleção
e eu não sou Pelé nem nada
se muito for, eu sou Tostão”
(Gilberto Gil)
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