A medida tem como objetivo proteger a população, especialmente grupos vulneráveis, como idosos, crianças e adolescentes, dos riscos psicológicos e financeiros associados à dependência em jogos de azar, conhecida como ludopatia. Segundo a coordenadora do Núcleo Especial de Cidadania e Direitos Humanos (Necidh) da DPE-PB, Fernanda Peres, a exposição constante a esse tipo de propaganda pode aumentar o envolvimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social, incluindo beneficiários de programas como o Bolsa Família.
Dados recentes indicam que, somente em agosto, cerca de R$ 3 bilhões foram gastos em apostas por beneficiários de programas sociais, o que reforça a preocupação com o impacto dessas propagandas.
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