O cantor e compositor paraibano Chico César voltou a ter seu nome associado ao Ministério da Cultura. O artista aparece entre os possíveis nomes discutidos nos bastidores de Brasília para assumir o comando da pasta no quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que começa em janeiro de 2027.
A informação foi publicada pelo jornal O Globo, na quinta-feira (29), em reportagem sobre as articulações para a composição da equipe ministerial do próximo governo. Além de Chico César, também foram mencionados o ator baiano Wagner Moura e a atriz e deputada federal eleita Maria Marighella, do PT da Bahia.
Atualmente, o Ministério da Cultura é comandado pela cantora Margareth Menezes, que assumiu a função em janeiro de 2023, após a recriação da pasta. Até o momento, não existe anúncio oficial de sua saída nem confirmação de que Lula tenha convidado algum dos nomes mencionados para substituí-la.
Esta não é a primeira vez que o nome do artista paraibano aparece nas discussões sobre o comando do Ministério da Cultura. Em 2022, durante a formação da equipe do primeiro governo Lula após seu retorno à Presidência, Chico César também foi lembrado como possível ocupante da pasta.
Na ocasião, o cantor chegou a mencionar outros nomes como suas preferências para assumir o ministério.
Natural de Catolé do Rocha, no Sertão paraibano, Chico César construiu uma trajetória reconhecida na música brasileira, como cantor, compositor e instrumentista. Além da carreira artística, possui experiência na administração pública e na gestão cultural.
Em 2009, presidiu a Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope). Posteriormente, entre 2011 e 2014, ocupou o
Outro nome mencionado nas articulações é o do ator Wagner Moura, que possui trajetória consolidada no cinema, no teatro e na televisão, com trabalhos no Brasil e no exterior. O artista também participou de manifestações públicas de apoio à campanha de Lula.
A terceira possibilidade é Maria Marighella, atriz, gestora cultural e deputada federal eleita pelo PT da Bahia. Ela já presidiu a Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura, e também exerceu mandato de vereadora em Salvador.
Os três nomes possuem trajetórias ligadas ao setor cultural e foram mencionados nas conversas sobre a composição do próximo governo.
Apesar das especulações sobre possíveis substituições, informações publicadas pela imprensa também apontam que Lula estaria inclinado a manter Margareth Menezes à frente do Ministério da Cultura.
A ministra ocupa o cargo desde o início de 2023 e sua eventual permanência ainda depende de uma decisão do presidente.
Com as articulações para a formação do novo governo, o Ministério da Cultura volta a ocupar espaço nas discussões políticas em Brasília. Enquanto isso, Chico César tem seu nome novamente associado à possibilidade de representar a Paraíba no primeiro escalão do governo federal.
A definição sobre o comando da pasta, entretanto, permanece em aberto.
Redação/DiárioPB