O rio Paraíba de canto a canto, passando por Itabaiana do poeta Eliel José Francisco, (in memoriam) cujo esporte era atravessar o rio cheio a nado. Editei um livro com os poemas dele. Título: “Eliel, o poeta fluvial”.
O livro saiu pela Editora Zé da Luz e ainda temos alguns exemplares no estoque.
Lizziane Azevedo edita um jornal literário em Bananeiras. Ela é autora do livro “A vírgula e outros pontos”.
Vamos apresentar Lizziane à Editora Zé da Luz, uma editora independente voltada principalmente para a valorização da cultura nordestina, da literatura popular e de autores regionais.
Publicamos poesia, incluindo literatura de cordel, resgate de autores nordestinos clássicos e contemporâneos, obras com forte identidade regional, muitas vezes ligadas à oralidade e projetos culturais que dialogam com escolas e comunidades.
O livro mais recente da Editora Zé da Luz é “Artistas de Itabaiana”, de Fábio Mozart. Na foto, Joelma Lins, Secretária de Educação de Itabaiana, com o livro.
Uma editora contratou uma romancista premiada que não fala turco pra traduziu inteiramente um romance do turco com ajuda da IA.
Zé Barata cochila, leva bola nas costas e não é indicado para Ministro da Eucaristia do Cão Canjiquinha.
“Essa barata é uma bangalafulenga” (Maria dos Prazeres Gosozos)
PT anunciou apoio ao filho da senadora Daniella Ribeiro na Paraíba. Como recompensa, ela votou contra a indicação de Lula para o STF.
Meu amigo poeta Massilon Silva foi alvo de assédio de Shakira para um xenhenhem, mas diz que não tá a fim de chamegar com gente famosa.
Xenhenhem é um termo popular no Nordeste brasileiro, frequentemente usado para descrever o ritmo contagiante do forró, ou intimidade sexual.
A última vez que o Senado rejeitou uma pessoa indicada para o STF foi no século dezenove, no governo do Marechal Floriano Peixoto. O nome da figura era Barata.
Na verdade, Barata sempre foi discriminado.
Agora, o Senado rejeitou o Messias. “”Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” (João 1:11)
O povo judeu esperava um Messias patriota raiz, e não um conciliador.
Começou maio, o mês das mães, mês das noivas e mês onde os casais sexualmente ativos fazem filhos. A ciência ainda procura explicações, mas a igreja já sabe que o mês de maio é o mês de fornicações recreativas, o que é muito pecado.
O mês ganhou notoriedade quando Oscar Wilde decretou Maio como mês neutro, segundo a Desciclopédia.
Hoje é o Dia do Trabalhador. Também é o Dia da Literatura Brasileira. Em razão disso, a Rádio Barata no Ar trata da grande e respeitável literatura arrogante no seu podcast, às 10 horas desta sexta-feira na www.radiodiariopb.com.br
Hoje é dia de São José, o operário. Jesus multiplicou os pães, mas quem fez a mesa foi São José carpinteiro. São José não fazia milagres, mas deixava tudo alinhado e no esquadro. Carpinteiro raiz: sem tutorial, sem YouTube, só na fé e na habilidade.
A Loja Maçônica José Pessoa da Costa saúda o deputado Tião Gomes por ter pleiteado um Hospital de Trauma para Solânea. Helton Martins é o Venerável Mestre.
Esse Helton Martins é uma espécie de Griô, figura que guardava a memória coletiva e passava de geração em geração. Ele é uma “biblioteca viva” sobre a história de Solânea.
No Dia da Literatura, convém meditar sobre a ação que o Movimento Escola sem Partido moveu para proibir leitura de literatura no vestibular. O argumento: “o efeito de uma leitura pode ser transformador, levando o leitor a questionar ideias, refletir sobre valores ou até mesmo confrontar e abandonar suas próprias crenças”.
O músico, compositor e instrumentista Rudá Barreto apresenta ao público o projeto “Algo Rítmico”, uma série de cinco audiovisuais inéditos que começaram ontem, dia 30 de abril, no YouTube e Instagram.
A cada semana, sempre às quintas-feiras, um novo vídeo será disponibilizado, compondo o conjunto da obra que inaugura sua trajetória solo autoral.
Quase todo mundo morre mais ou menos 8 horas por dia. Eu só morro por três ou quatro horas. Estou em débito com a morte.
Rachel Sheherazade critica Frei Gilson que acusou a mulher de querer ser muito independente e deixar o homem na solidão.
Quem tem tatuagem vai pro inferno, diz o Frei Gilson. Esse frei deve ser reencarnação de Frei Damião, outro maluco fanático.
O ex-senador da Paraíba, Roberto Cavalcanti, afirmou que o feriado do dia 1º de Maio, conhecido como Dia do Trabalhador, deveria ser chamado de “dia da vagabundagem”.
“Melhor ser vagabundo do que ser bandido”, disse um trabalhador.
Roberto Cavalcanti Ribeiro é processado por corrupção numa ação que tramita desde 2004 na Justiça Federal. Ele foi acusado pelos crimes de corrupção ativa, estelionato, formação de quadrilha, uso de documentos falsos e crimes contra a paz pública.
O desfecho desse processo, (condenação, absolvição ou eventual prescrição) não é claramente documentado em fontes abertas e resumidas, algo comum em ações penais complexas e antigas no Brasil, envolvendo figurões.
Talvez esse processo ainda esteja tramitando.
Roberto Cavalcanti é membro da Academia Paraibana de Letras (APL). Em 2020, ele escreveu o livro “Como penso”, de reflexões e opiniões sobre temas políticos, sociais e pessoais, no nível desse sobre o Dia do Trabalhador.
Citando Ameba, o ocioso: “Trabalhar nunca matou ninguém, mas, por via das dúvidas, melhor evitar!”
“Meu filho, um dia tudo isso será ateu”, disse o incrédulo à sua cria diante da multidão no Cirio de Nazaré.
Três coisas absolutamente certas para acontecer: o nascer do sol, a traição dos políticos e a morte.
A Sociedade Cultural Poeta Zé da Luz recebeu adesão impactante com a assinatura da ficha de sócio do artista visual Paulo de Lira, itabaianense radicado em Angra dos Reis (RJ), mas comprometido com a cultura de sua terra.
Paulo de Lira escolheu a paradisíaca Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, como casa há mais de quatro décadas. Nessa cidade litorânea, encontrou não só um lar, mas também inspiração para suas obras, que frequentemente remetem a paisagens praianas.
Meus coloridos tijolinhos para o amigo Paulo de Lira.
VERSO DO DIA
Aproveitar o tempo!
Mas o que é o tempo, que eu o aproveite?
Aproveitar o tempo!
Nenhum dia sem linha…
O trabalho honesto e superior…
O trabalho à Virgílio, à Milton…
Mas é tão difícil ser honesto ou superior!
É tão pouco provável ser Milton ou ser Virgílio!
Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)
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