O músico e radialista Roberto Souza, de Bananeiras, está no programa Estação Cultura, da Rádio Comunitária Solânea FM, nesta quarta-feira às 9 horas, com apresentação de Fábio Mozart e Batista de Andrade.
O programa Estação Cultura da Rádio Solânea é uma iniciativa que valoriza e divulga a produção cultural da região do Brejo paraibano, reunindo academias de letras e artistas locais para fortalecer a identidade cultural e promover debates sobre arte e literatura.
A produção do programa é da Sociedade Cultural Poeta Zé da Luz, em consórcio com a Academia Solanense de Letras e Academia Bananeirense de Letras e Artes, com apoio técnico de Sérgio Ricardo Santos. http://play.radios.com.br/25151
Neste programa iremos repisar louvação póstuma aos companheiros Marcos Veloso e Jacinto Moreno.
E depois sintonizem na Rádio DiarioPB, emissora que tem compromisso com a boa música, a valorização dos ouvintes e a inovação constante. Um verdadeiro exemplo de como a tecnologia pode aproximar corações e mentes. www.radiodiariopb.com.br
Cipó e Tonho da Lua, ex-vereadores de Ingá, declaram voto em Cícero Lucena. Agora vai!
Luiz da Gata e Ameba também votam.
O termo enriquecimento ilícito é um pleonasmo. Vide escândalos das Lojas Americanas e do Banco Master.
Leia A História da Riqueza do Homem, de Leo Huberman. Tem no Sebo Cultural de Heriberto Coelho. Custa apenas 16 reais.
É proibido discordar neste ambiente. Contamos com sua desobediência.
“Gosto do estilo de escrever cordel dos poetas Sander Lee e Fábio Mozart.” – (Adilson Adalberto, candidato a cordelista)
“Quem tem amigos não fica só nem velho. Vai maturando, encorpando o caldo dos afetos, engrossando o tutano do querer-bem.” – Chico Cesar
Igreja Universal vende copinhos de plástico abençoados.
A Igreja Católica já vendeu Indulgência, que era na realidade cadeira cativa no céu.
O Papa só vendia Indulgência para ricos. Pelo menos democratizaram a estupidez religiosa.
Maciel Caju está impedido de desfilar nas Virgens de Tambaú. Ele pensa em contratar advogado para provar na Justiça que é virgem.
Perdi minha virgindade aos treze anos com uma velhinha lavadeira de roupa na beira do Rio Paraíba, em Itabaiana. Tou fora do bloco.
Em 2015, João Pessoa foi eleita a quarta cidade mais violenta do mundo e uma das melhores cidades do planeta para desfrutar a aposentadoria. Quem souber explicar essa dicotomia, agradeço.
“Minha opinião sobre o raio é a seguinte: se os bolsonaristas estivessem armados, nada disso teria acontecido”. (Daniel Duncan)
Há 270 anos, nascia Mozart. Depois, eu nasci, confirmando a genialidade dos portadores desse nome. Meu único defeito: muito humilde e modesto.
Não sei quem fez “trabalho” pra eu viver sempre liso, mas gostaria de dizer que tá dando certo.
Querem adulterar até o peido! Homem cria pílula que deixa cheiro da flatulência (peido) mais agradável.
“Não tem santo na política. Aliás, não tem santo em lugar algum.” – Antero Greco.
Estou lendo um livro sobre um judeu que ouvia rádio imaginário no gueto de Varsóvia. Narrativa que é poesia pura. Poesia chamuscada com violência em estado puro.
O livro: Jacob, o mentiroso. Autor: Jurek Becker.
Nilson é um rapaz de Itabaiana que gosta de se fantasiar de médico ou farmacêutico. Vestido de branco, atendia na farmácia de Júlio. Na terça-feira, dia de feira, chegou um matuto no balcão:
— O senhor tem remédio pra barata?
— O que é que ela tá sentindo? – indagou Nilson.
“O papa veio a público criticar os fiéis que só procuram a igreja para barganhar com Deus: ‘Deus não é mágico, afinal, mágicos existem’. A fala repercutiu mal na corporação”. (Sensacionalista)
Meu tio Luiz Mello era mágico e ateu.
Uma leitora comentou que deveriam proibir piadas maldosas contra o Papa e a Igreja.
Programa Multimistura de 2018, Bloco 4, onde Vavá da Luz lança a grande indagação filosófica: “jacaré no seco anda ou cobra no seco mora? https://www.radiotube.org.br/audio-4745fheH6H8AC
“Fábio Mozart lançou um opúsculo em formato de bolso com o título “Poemas malditos em prosa, verso, gesto e grito”, tentativas de haicai, tercetos que reduzem ao mínimo a imagem poética”. (Bento Júnior)
“Fábio recomenda a leitura do livrinho em filas, sanitários, praças e ônibus. Baratinho, o livro foi produzido abrindo os direitos autorais. O autor quer que o usufruto da obra seja de todos, de maneira comercial ou apenas moral”. (Bento Júnior)
“Criador progressista, Mozart não tolera ser chamado de poeta. ‘Sou trabalhador ferroviário’. Aqui e ali, o livrinho fala de ternura. ‘Nesses tempos de ódio, amar nos faz revolucionários’. E o velho ferroviário não planeja encerrar seu ofício na estrada de ferro da arte nem tão cedo”. – (Bento Júnior)
Bento Júnior é meu devoto oficial.
Tijolinhos para Marlison Leite, pesquisador da cultura popular.
VERSO DO DIA
Meu cordel é aloprado
Minha rima te aperreia
Eu digo limeiramente
A rima corre na veia
Aquilo que Deus inventa
O homem vai e copeia
Antonio Xexéu
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