A Rede Amazônica, afiliada da TV Globo, foi alvo de críticas nas redes sociais na última quinta-feira (22), após transmitir ao vivo um tiroteio no centro de Humaitá, Amazonas. O repórter Raulim Magalhães relatava o confronto entre a Polícia Militar e garimpeiros sem o uso de colete à prova de balas. Durante a transmissão, o som de tiros, fogos e bombas se intensificou.
O jornalista explicava que o conflito foi uma reação dos garimpeiros a uma operação da Polícia Federal em apoio à Funai na região. Em meio à cobertura, a apresentadora do telejornal interrompeu o repórter, destacando a importância da segurança da equipe.
Nas redes sociais, internautas criticaram a demora da emissora em retirar o repórter do local, apontando a exposição ao risco. O episódio gerou debate sobre a segurança dos profissionais de imprensa durante as coberturas em zonas de conflito.
#HUMAITÁ | 🗞️ Durante uma entrada ao vivo, o repórter Raulim Magalhães foi interrompido por estar próximo a um tiroteio entre garimpeiros e policiais em Humaitá, no fim da tarde de quarta-feira, 21/8. pic.twitter.com/lsYfW3o7FG
— Portal Rios de Notícias (@riosdenoticias) August 22, 2024
Com Brasil 247
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